Atual gestora de Campo Grande, Adriane Lopes votou na manhã deste domingo (02), e cravou que o ex-prefeito, Marquinhos Trad, deve chegar ao segundo turno na disputa pelo Governo do Estado.
Sobre a corrida para presidente, a prefeita de Campo Grande preferiu não manifestar seu voto publicamente, entretanto, reservadamente à equipe do Correio do Estado assumiu pender para o espectro político de Jair Bolsonaro e que é ele quem tem seu voto.
Ainda, conforme a prefeita, a atual situação de possíveis casos de assédio ao qual Marquinhos se vê ligado, ainda não passam de denúncias.
"São denúncias, né? Não tem nada apurado ainda. Eu não posso julgar alguém por uma denúncia. Então a gente tem que aguardar as investigações", afirmou Adriane Lopes aos jornalistas.
Ela destacou sua posição, saindo em defesa das mulheres, entretanto deixou a entender que nem tudo o que foi dito sobre o candidato durante o período de campanha pode ter sido verdade.
"Eu sou mulher, sou contra qualquer tipo de violência cometida contra as mulheres, mas eu não posso julgá-lo diante de uma denúncia. Foi uma campanha de muitas fake news e acusações. A gente acredita que no final das investigações terá aí a resposta, onde a gente poderá se posicionar", afirmou.
Da atual para o ex
Sendo a atual prefeita de Campo Grande, sobre o ex-cargo de Marquinhos Trad ela pontuou como uma boa gestão.
"Ele fez um bom trabalho por Campo Grande, se validou, passou por muitas dificuldades, assumindo a capital em 2017, avançou... acredito que as dificuldades que ele enfrentou preparou ele pra esse pleito", disse.
Também, ela ressalta ter sido uma campanha difícil, mas que a equipe acredita na força do trabalho, garantindo que Marquinhos irá para o segundo turno.
Adriane diz respeitar todos os candidatos à presidência, lembrando ser uma eleição polarizada, mas que o foco principal é o bem-estar de Campo Grande.
"E o candidato que for eleito para o governo do Estado de Mato Grosso sul, nós vamos buscar trabalhar juntos pelo bem da população da nossa capital. Eu não acredito no distúrbio. Acredito que seja uma eleição polarizada sim, a nível nacional, mas eu acredito que não vai chegar um extremo de um distúrbio. Acredito que vão ponderar e respeitar. Nossa intenção é essa e acredito também que as pessoas vão respeitar aqueles que vencerem o pleito", finalizou.