Agir nasceu em 1985 como Partido da Juventude (PJ), sendo renomeado em 1989 como Partido da Reconstrução Nacional (PRN) e recebeu a filiação de Fernando Collor de Mello,.
Em 1989 Collor foi eleito como primeiro presidente da República numa eleição direta após a reconstrução da democracia brasileira.
Mas Collor acabou caindo em 1992 por um processo de impeachment na Câmara dos Deputados.
Na abertura da sessão de julgamento da cassação do seu mandato pelo Senado, ele renunciou ao mandato.
Já em 2000, PRN passou a se chamar Partido Trabalhista Cristão (PTC) e, em 2021, anunciou nova mudança, passando a ser Agir.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) validou a mudança em março desse ano.
Até julho, antes do início da campanha eleitoral, o partido tinha 195.944 filiados em todo o País.
Candidata de um voto
Nas eleições para Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, a candidata Suelen Aparecida Aleixa de Souza, do Agir, recebeu apenas 1 voto na urna.
Até o momento da publicação desta matéria Suelen Souza não havia declarado valor de doação em sua prestação de contas, o Divulgacand
Isso mostra que ela não teve apoio da família e nem de amigos para conquistar o mandato de deputada estadual.
Mas não foi só ela que recebeu uma votação pífia nas eleições.
Pelo menos mais dois candidatos do seu partido se juntaram na lanterna dos menos votados.
O seu colega de Agir, um partido praticamente desconhecido do eleitorado, Jefferson Sei, recebeu 3 votos.
Já o Professor Leo obteve 10 votos.
Mas o partido concorreu com outros candidatos de poucos votos. Quem recebeu mais votos foi a Professora Célia: 445.
Veja outros candidatos do Agir
Lagoas recebeu 117 votos, enquanto o Marcão de Todos foi contemplado com 219 votos e a Mãe Mary de Xangô foi lembrada por 231 eleitores.