Morreu na tarde desta segunda-feira (17), aos 77 anos de idade, o ex-prefeito de Bataguassu, Antônio Machado de Souza, o Dr. Antônio.
De acordo com comunicado publicado nas redes sociais da prefeitura da cidade, "com profundo pesar", noticiou "o falecimento do ex-prefeito Antônio Machado de Souza ocorrido no fim da tarde desta segunda-feira, dia 17 de abril, em Presidente Prudente (SP), aos 77 anos".
De acordo com a prefeitura, Machado iniciou na vida pública como vice-prefeito de Bataguassu nos anos de 1983 a 31 de dezembro de 1988 na gestão do então ex-prefeito Ailton Pinheiro Ferreira (Ailton Cuiabano).
Diz ainda o comunicado, que "de 1989 a 31 de outubro de 1992, Antônio Machado assume a Prefeitura de Bataguassu sendo reconduzido ao cargo nos anos de 1997 a 31 de dezembro de 2000, contribuindo para o desenvolvimento da cidade. Ele deixa um legado de grande compromisso público e exemplo de honradez para toda a cidade".
Nesse momento de dor, a administração municipal se solidariza com familiares e amigos, informou a administração municipal, que anunciou que vai decretar luto oficial de três dias.
OAB-MS também publicou nota:
A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS), lamenta o falecimento, nesta segunda-feira (17), do Advogado Antônio Machado de Souza.
Doutor Antônio foi um dos primeiros advogados de Bataguassu, tinha 77 anos e 41 anos de advocacia. Foi também prefeito da cidade por dois mandatos.
Era viúvo de Vilma Martins e Souza, deixa a filha Sandra Câmara Martins e Souza, também advogada, e o neto Iago. Além dos enteados Acir Murad Sobrinho e Enio Martins Murad, ambos também advogados da OAB/MS.
O Presidente da Subseção Bataguassu, João Paulo Mendonça Thomazini, lamentou a morte do colega.
“Dr. Machado foi um grande exemplo e fonte de inspiração para diversos profissionais da nossa Subseção”.
O Advogado Cláudio Schutze relembrou do trabalho do amigo.
“Quando a gente não tinha certeza de como atuar nós íamos até ele, que tinha muita boa vontade, era um professor. Naquele tempo não tinha internet, eram só livros, e ele sempre emprestava para nos ajudar. Ele foi um grande benfeitor para os novos advogados”.