Política

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Acusado de tentar explodir bomba em Ministério permanece preso

Durante o episódio, o ministério chegou a ser evacuado após a chegada da Polícia Militar

Tamires Santana

25/05/2025 - 12h00

O Núcleo de Audiências de Custódia - (NAC), do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios - (TJDFT), decidiram por manter a prisão de Flávio Pacheco da Silva, acusado de explodir uma bomba em frente ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome - (MDS) na última quinta-feira (22), em Brasília.

Na ocasião, a defesa do acusado e o representante do Ministério Público defenderem a liberdade provisória do autor. Entretanto, o juiz responsável pelo caso entendeu que Flávio causou abalo à ordem pública e deve ter a prisão em flagrante convertida para prisão preventiva, sem prazo determinado para encerrar.

De acordo com o processo, o acusado ameaçou um vigilante que estava na portaria do ministério ao ter a entrada barrada e disse que iria “jogar uma bomba e matar todo mundo”. Em seguida, ele atirou um artefato no gramado em frente ao edifício e um barulho de explosão foi ouvido pelos servidores que trabalhavam no local.

Durante o episódio, o ministério chegou a ser evacuado após a chegada da Polícia Militar.

Flávio Pacheco estava acompanhado de uma mulher e duas crianças. Após homens do Bope (Batalhão de Operações Especiais) negociarem a rendição, ele foi preso e encaminhado a uma delegacia.

ALVO DE ATENTADOS

No dia 13 de novembro de 2024, o homem identificado como Wanderley Luiz, detonou dois explosivos, um no estacionamento da Câmara dos Deputados que forçou os parlamentares a ficarem em seus gabinetes.

Outro artefato explodiu em frente à esculturas "A Justiça", na Praça dos Três Poderes. 

Ele morreu ao acionar explosivos artesanais contra si mesmo.

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