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XP/IPESPE

Pesquisa: saída de Moro derruba popularidade de Bolsonaro

Foi o pior resultado na série histórica dos levantamentos feitos pelo instituto
05/05/2020 09:28 - Ricardo Campos Jr


 

Pesquisa confirma queda na popularidade do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com a saída e acusações feitas por Sérgio Moro, ex-ministro da Justiça. O estudo da XP/Ipespe mostra que 49% dos entrevistados considera a gestão dele ruim ou péssima, enquanto os que avaliam o governo como bom ou ótimo passaram de 31% para 27%.

Segundo informações do Valor Econômico, este foi o pior resultado na série histórica dos levantamentos feitos pelo instituto.

Na semana do dia 24 de abril, 42% desaprovavam Bolsonaro à frente do Executivo e 31% ainda apostavam na eficiência do gestor.

A expectativa para o restante do mandato também não foi otimista. Para 46% dos entrevistados, conforme o Valor, ele continuará ruim ou péssimo (semana retrasada eram 38%). Apenas 30% dos entrevistados acreditam que a gestão seguirá boa ou ótima.

O estudo também mediu a popularidade de outras personalidades políticas comparando-as a Bolsonaro. O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) obteve a melhor avaliação, seguido de Moro, do ministro da Economia, Paulo Guedes e do vice-presidente Hamilton Mourão. Todos superam o presidente.

Sobre a crise econômica causada pela Covid-19, diz o Valor, 62% defendem mudanças na política financeira e mais investimentos públicos como forma de driblar a recessão. Já 29% apoiam a estratégia atual, apostando na agenda de reformas e na maior participação do setor privado.

Foram mil entrevistas coletadas por telefone entre os dias 28 e 30 de abril, com margem de erro de 3,2 pontos percentuais.



 

 

Felpuda


Pré-candidato a prefeito de Campo Grande divulgou vídeo em que político conhecido Brasil afora anuncia apoio às suas pretensões. O problema é que o tal líder já andou sendo denunciado por mal feitos em sua trajetória, sem contar que o pai do dito-cujo teve de renunciar ao cargo de ministro por ter ligações nebulosas com empresa de agrotóxico. Depois do advento da internet, essa coisa de o povo ter memória curta hoje não passa de coisa “da era pré-histórica”.