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MISSÃO DIPLOMÁTICA

Na Rússia, Nelson Trad entrega carta de Bolsonaro pedindo liberdade de brasileiro

Brasileiro foi preso ao entrar com medicamento permitido no Brasil, mas proibido na Rússia
28/10/2020 12:29 - Glaucea Vaccari


Presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, senador Nelson Trad Filho (PSD) está na Rússia para entregar, hoje (28), carta do presidente Jair Bolsonaro, pedindo a liberdade do brasileiro Robson Oliveira.

Senador chegou em Moscou nesta terça-feira (27), em missão diplomática, para entregar a carta do presidente ao vice-ministro russo Sergey Ryabokvo.

O motorista Robson Oliveira foi preso em março de 2019, acusado de tráfico de drogas, ao entrar na Rússia com duas caixas do medicamento Mytedom 100mg, que contém cloridrato de metadona, substância permitida no Brasil, mas proibida na Rússia.

Os remédios foram encomendados pela família do jogador de futebol Fernando, que era patrão de Oliveira e na época defendia o Spartak Moscou.  

Conforme o Itamaraty, o brasileiro está preso há mais de 580 dia e não tinha conhecimento de que o medicamento é proibido na Rússia. A prisão dele gerou comoção no país.  

“Robson não fala russo, não fala inglês, jamais pensou que isso aconteceria. Toda hora lembro do assunto, é injusto”, disse Trad Filho.

Nas redes sociais, a campanha “Justiça por Robson” contou com apoio de diversos jogadores e chegou até o presidente, que prometeu tentar um acordo diplomático com o governo russo. 

Carta escrita por Bolsonaro será entregue hoje por Nelson Trad Filho, que também se reunirá com o presidente da Comissão de Assuntos Internacionais do Conselho da Federação, senador Konstantin Kosachyov.

NA quinta-feira, o senador conversará também com o coordenador do Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-Rússia da Duma de Estado, deputado Maksim Shchabylykin, retornando na sexta-feira.

“Sou cristão e peço a Deus que me ilumine e que esse homem possa voltar ao Brasil”, comentou Trad.

 
 

Felpuda


Racha em entidade religiosa teve péssimas consequências eleitorais na disputa por vagas na Câmara Municipal de Campo Grande.

O quiproquó, também, digamos, com nuance familiar, provocou estragos da-que-les.

Aí, como consequências, fez com que quem está não conseguisse votos suficientes para permanecer em 2021-2024 e quem estava fora tentando retornar ficasse à beira do caminho. 

Como se vê...