Política

COVID-19

Vítima da Covid-19, deputado estadual Cabo Almi morre na Capital

Deputado estava internado há 17 dias lutando contra a doença, ele deixa a esposa, três filhos e uma neta

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Faleceu na noite desta segunda-feira (24), aos 58 anos, o deputado estadual em Mato Grosso do Sul, Cabo Almi (PT). Ele enfrentava a Covid-19 e estava internado há 17 dias. 

A última atualização de seu quadro foi feita ainda na noite de ontem (24) pela sua família, que pedia por orações em razão de seu estado considerado gravíssimo.

O parlamentar testou positivo para o vírus no dia 5 de maio e estava em isolamento, em sua casa. Já no dia 7, seu quadro teve uma piora significativa e precisou ser internado às pressas. Conforme assessoria, Almi foi intubado e precisou da ajuda de aparelhos para respirar.

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Entre altos e baixos, ele teve sinais de melhora durante este tempo, mas de acordo com o boletim médico emitido pelo Hospital Cassems, a doença agravou nos últimos dias e obrigou a equipe médica aumentar a sedação à volta dele para uma ventilação mecânica mais intensa.

Cabo Almi era policial militar da reserva, ele deixa sua esposa, três filhos e uma neta. Além disso, já foi vereador na Capital e atuava em seu segundo mandato como deputado.

Em suas redes sociais é possível encontrar amigos, familiares e figuras políticas prestando condolências.

Homenagens:  

O deputado estadual, Pedro Kemp (PT) se manifestou sobre a morte do amigo.

“Começamos juntos nossa trajetória política, como vereadores de Campo Grande, eleitos em 1996. De lá para cá, conheci um valoroso militante do Partido dos Trabalhadores".

"Homem simples, dedicado e responsável na atuação parlamentar, sempre aliado dos movimentos sociais, atencioso com todas as pessoas, trabalhador incansável, esposo amável e pai de família exemplar”.

Kemp ainda ressaltou o orgulho que seu partido sente de Cabo Almi, “com o coração apertado, rendo-lhe minhas mais sinceras homenagens por tudo o que você representou nesses anos nas fileiras do PT. Nosso partido tem um orgulho enorme de você. Sentiremos saudades. Continuaremos sua luta por você.”

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Declaração

Flávio Bolsonaro: qualquer pessoa prometendo cargos ou ministérios em meu nome é picareta

Senador disse que pessoas estão usando seu nome para prometer cargos e Ministérios em um eventual governo

11/10/2026 22h00

Flávio Bolsonaro disputa presidência do Brasil este ano

Flávio Bolsonaro disputa presidência do Brasil este ano Divulgação / X

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O senador e candidato do Partido Liberal (PL) à disputa presidencial de 2026, Flávio Bolsonaro, afirmou neste domingo, 11, que as pessoas que estão usando seu nome para prometer cargos e Ministérios em um eventual governo são "picaretas".

Em entrevista ao SBT News, seu irmão, ex-deputado, Eduardo Bolsonaro, afirmou que todas as nomeações de ministros de um governo de Flávio passarão diretamente pelo aval do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e que essas conversas ficarão para depois do segundo turno.

"Qualquer pessoa que esteja usando o meu nome e prometendo cargos ou ministérios é um picareta! Não acredite!", escreveu Flávio em seu perfil no X.

O senador ainda escreveu pedindo a seus eleitores que trabalhem para converter abstenções e votos indecisos para sua chapa.

"Cada voto importa! Converse com quem não foi votar no primeiro turno, procure quem ainda está indeciso. Ganhar mais um voto é fundamental neste momento!", escreveu.

MOVIMENTO

Lula faz aceno a jovens e promete revolução tecnológica em ato na Paulista

"No nosso próximo mandato, vamos formar muita gente em inteligência artificial, vamos formar muita gente na nova indústria digital e vamos fazer uma revolução energética", disse o presidente

11/10/2026 20h00

Movimento do Lula na Avenida Paulista

Movimento do Lula na Avenida Paulista

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O presidente Lula participou de ato pela reeleição na Avenida Paulista neste domingo, 11. O candidato petista fez aceno à juventude, prometeu uma revolução tecnológica no quarto mandato e clamou que idosos saiam de casa para votar no segundo turno, que será realizado no domingo, 25.

"Fico muito feliz que essa manifestação tem uma maioria de juventude. Ou vocês participam da vida política ou ela não tem conserto", afirmou o presidente. "Vocês têm de assumir a responsabilidade enquanto têm energia e disponibilidade para ir à luta. Esse País não pode perder a democracia, por pior que ela seja", complementa

O ato pela virada de Lula teve a presença de artistas, como Baco Exu do Blues, Humberto Carrão e Jão, e políticos recém-eleitos para o Congresso, além de movimentos estudantis organizados.

"Quando chegamos à Presidência, em 2003, o Brasil tinha apenas 4,8 milhões de pessoas com diploma universitário no mercado de trabalho. Hoje o Brasil já tem 26 milhões. E nós queremos 50 milhões, queremos 100 milhões", garante.

O projeto para alcançar esse resultado, afirmou o presidente, passa por uma revolução tecnológica no País. "No nosso próximo mandato, vamos formar muita gente em inteligência artificial, vamos formar muita gente na nova indústria digital e vamos fazer uma revolução energética", disse.

Votação dos idosos

Outro público que Lula fez questão de destacar foram os idosos. Diante da alta taxa de abstenção no primeiro turno, o presidente pediu que esse grupo vá às urnas no segundo turno.

"Temos a obrigação de conversar com as pessoas que acham que não têm mais direito de votar. Os 60, 70 anos não transformam a pessoa em um inútil. Se a pessoa não votar por ela, ela tem filho, tem neto e tem a pátria dele para cuidar. Elas não podem permitir que os bandidos possam governar este País", disse Lula

Ainda em seu discurso, o presidente ressaltou a importância do combate à violência. "Vamos fazer uma revolução na segurança pública. Precisamos garantir segurança para o povo e prisão para os bandidos."

Lula criticou, ainda, a atuação do ex-presidente Jair Bolsonaro durante a pandemia de Covid-19. "Construir é muito difícil, mas destruir é muito simples. Vocês sabem o que é o presidente rir de pessoas que estavam morrendo asfixiadas por falta de oxigênio Vocês viram quantas pessoas foram enterradas sem poder se despedir das suas famílias", disse.

Além de Lula, diversas figuras importantes da campanha subiram no trio para falar sobre a esperança na vitória do candidato petista.

Entre eles, estavam o vice-presidente Geraldo Alckmin, as ex-ministras Marina Silva e Simone Tebet, o ministro Guilherme Boulos e os governadores reeleitos Elmano de Freitas, do Ceará, Jerônimo Rodrigues, da Bahia, e Rafael Fonteles, do Piauí.

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