A palavra “crise” ainda não foi digitada pelo mercado de informática.
Enquanto diversos segmentos contabilizam saldos negativos na criação de empregos, o de desenvolvimento de sistemas permanece com oferta aquecida.
Entre os termômetros desse aquecimento, está o número elevado de contratações de egressos de cursos técnicos. Essa é, ao menos, a realidade da fábrica de software, projeto desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (Senac) em Campo Grande.
“Temos um índice de empregabilidade de 90%”, estimou o professor do projeto, Marco Aurélio Dias de Oliveira.
A demanda por profissionais fomenta a remuneração: o salário médio inicial, no mercado local, é de R$ 1,5 mil, mas pode chegar a R$ 12 mil no caso de programador sênior.
*Leia reportagem, de Osvaldo Júnior, na edição deste domingo (8) do jornal Correio do Estado.