Duas notícias recentes envolvendo o ex-goleiro Bruno chamaram atenção, condenado pelo assassinato de Eliza Samudio, o ex-Flamengo entrou na Justiça contra a Band e pedindo uma indenização de R$ 4 milhões.
Na ação, ele acusa a emissora de perseguição em razão de reportagens exibidas ao longo dos anos e afirma que a exposição teria provocado impactos negativos em sua vida profissional.
A apresentadora Catia Fonseca, que deixou a Band em 2025, também aparece como ré no processo. Segundo a ação, Bruno teria sido alvo de comentários e críticas feitos por ela durante o período em que esteve à frente do programa Melhor da Tarde.
O ex-jogador solicita R$ 4 milhões por danos morais e suposta violação do direito de imagem. O processo tramita na 1ª Vara Cível da Comarca de Cabo Frio, no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), e envolve tanto a emissora quanto a apresentadora.
De acordo com os argumentos apresentados por Bruno, reportagens exibidas desde 2022 teriam ultrapassado os limites do direito à informação ao abordar sua trajetória e o caso envolvendo a morte de Eliza Samudio. Ele sustenta que a exposição prejudicou suas oportunidades profissionais e dificultou seu processo de ressocialização.
Esta não é a primeira disputa judicial entre Bruno e a Band. Anteriormente, o ex-goleiro havia solicitado que a emissora fosse impedida de mencionar seu nome no Melhor da Tarde e de exibir novas reportagens relacionadas ao caso. Os pedidos foram rejeitados pela Justiça.
Em decisão anterior, a juíza Juliana Gonçalves Figueira considerou que a liberdade de expressão e de imprensa deveria ser preservada, desde que não houvesse conteúdo comprovadamente falso ou criminoso. A magistrada também levou em conta a condição de Bruno como figura pública e a ampla repercussão do processo criminal.
O caso agora seguirá seu curso na Justiça do Rio de Janeiro. Caberá ao Judiciário analisar os argumentos apresentados pelo ex-goleiro e pela defesa da Band e de Catia Fonseca, considerando de um lado as alegações relacionadas ao direito de imagem e, de outro, os limites da liberdade de imprensa.
Filho foi afastado no Botafogo por questão disciplinares
O goleiro Bruno Samudio, que faz parte do elenco Sub-17 do Botafogo, está afastado das partidas oficiais da categoria. A medida já se estende por dois jogos consecutivos e, segundo as informações divulgadas, está relacionada a questões disciplinares internas.
A situação foi revelada inicialmente pelo jornalista Wellington Arruda. O jovem goleiro não apareceu entre os relacionados para o clássico contra o Flamengo, válido pelo Campeonato Brasileiro Sub-17. Até o momento, o Botafogo não apresentou publicamente detalhes sobre o episódio que teria provocado o afastamento.
Bruno Samudio, goleiro da equipe sub-17 do Botafogo, não foi relacionado mais uma vez. Desta vez, o arqueiro ficou fora da lista para o clássico contra o Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro Sub-17.
— Wellington Arruda 🦫 (@well_arrudaa) August 17, 2026
O atleta segue afastado por questões disciplinares. O Botafogo, no entanto, não… pic.twitter.com/jFE08ois6I
De acordo com a apuração, o clube apenas mantém a informação de que Bruno está afastado por motivos disciplinares. A ausência diante do Flamengo representou a segunda partida seguida em que o arqueiro ficou fora da equipe.
Apesar do episódio, Bruno Samudio é considerado um jogador de potencial nas categorias de base. O goleiro recebe avaliações positivas pelo desempenho dentro de campo e é visto como um atleta que reúne características para, futuramente, buscar uma oportunidade no futebol profissional.
Antes de chegar ao Botafogo, Bruno defendia o Athletico-PR, clube pelo qual também passou por uma situação relacionada à disciplina. O novo episódio no futebol carioca, portanto, chama atenção justamente por envolver novamente questões fora das quatro linhas.
O Botafogo trabalha para que o goleiro consiga evoluir não apenas tecnicamente, mas também em aspectos relacionados à formação e ao comportamento. A intenção é proporcionar o acompanhamento necessário durante esse período de desenvolvimento e evitar que problemas disciplinares prejudiquem a trajetória do jovem atleta.