Os salários dos pilotos da Fórmula 1 em 2026 é um assunto que sempre chamar a atenção, e por muitas vezes revela a grande diferença entre os principais nomes do grid e os “menos famosos” da categoria. Tanto é, que um caso que vamos citar, envolve os dois nomes da equipe Red Bull: Max Verstappen e Isak Hadjar.
Segundo levantamento do portal RacingNews365, que considera apenas os vencimentos fixos e desconsidera bônus por desempenho e contratos de patrocínio, Max Verstappen permanece como o piloto mais bem pago da F1. O holandês da Red Bull recebe cerca de US$ 70 milhões por temporada, com contrato válido até 2028.
Já sem companheiro de equipe, que está estreando na equipe em 2025, fatura um valor bem mais modesto: US$ 5 milhões. Ou seja, essas cifras representam US$ 65 milhões menos, em relação ao tetracampeão mundial.
Outros nomes que aparecem no ranking de salários da Fórmula 1
Na sequência aparece Lewis Hamilton, que defende a Ferrari desde 2025 e tem salário anual de US$ 60 milhões. Somando bônus e acordos comerciais, os ganhos do britânico podem chegar à marca de US$ 100 milhões.
Também figuram entre os maiores salários Charles Leclerc, da Ferrari, e George Russell, da Mercedes, ambos com US$ 34 milhões, enquanto Lando Norris, da McLaren, recebe US$ 30 milhões por temporada.
Entre os pilotos com remunerações intermediárias, Fernando Alonso, da Aston Martin, ganha US$ 20 milhões anuais. Já Nico Hülkenberg, da Audi, e Esteban Ocon, da Haas, aparecem na faixa dos US$ 7 milhões.
O brasileiro Gabriel Bortoleto, considerado uma das principais promessas da categoria, recebe cerca de US$ 2 milhões, enquanto Liam Lawson tem vencimentos próximos de US$ 1 milhão.
Na outra ponta da lista está Arvid Lindblad, estreante da Racing Bulls, com salário estimado entre US$ 500 mil e US$ 1 milhão. Os números evidenciam a diferença financeira entre pilotos consolidados e novatos, mostrando como resultados, experiência e prestígio no mercado seguem sendo determinantes para definir os contratos na Fórmula 1.