A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) decidiu manter Carlo Ancelotti no comando da Seleção Brasileira mesmo após a eliminação para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.
Antes mesmo do início da competição, a entidade já havia renovado o contrato do treinador italiano até 2030, reforçando a confiança no projeto de longo prazo.
Após o Mundial, Ancelotti recebeu uma sondagem para assumir a Seleção Italiana, mas optou por permanecer à frente do Brasil e reafirmou seu compromisso com a CBF.
Nos bastidores, a avaliação é de que o técnico ainda precisa de tempo para implementar sua filosofia de trabalho e conduzir a renovação do elenco. O treinador, inclusive, já monitora jovens destaques do Campeonato Brasileiro para futuras convocações.
Com a renovação contratual, Ancelotti também foi valorizado financeiramente. De acordo com o portal RTI Esportes, O novo acordo prevê salário de R$ 6 milhões por mês, um reajuste de cerca de 20% em relação ao vínculo anterior.
Treinador italiano pode faturar alto até a próxima Copa do Mundo
Caso permaneça até o fim do contrato, em 2030, o comandante poderá acumular cerca de R$ 288 milhões em remuneração, além de um bônus de R$ 30 milhões caso conquiste o título da Copa do Mundo de 2030.
A permanência de Ancelotti faz parte da estratégia da nova gestão da CBF para dar estabilidade ao trabalho da Seleção após um período marcado por mudanças no comando técnico.
Entre as metas estabelecidas para o próximo ciclo estão a conquista da Copa América de 2028 e a liderança das Eliminatórias Sul-Americanas, com o objetivo de recolocar o Brasil entre as principais potências do futebol mundial.