Lewis Hamilton e Lionel Messi são dois nomes absolutamente vencedores do esporte. O Britânico é dono de sete títulos mundiais da Fórmula 1 e o argentino já conquistou tudo no futebol, até mesmo sendo eleito diversas vezes como melhor do mundo. Mas, se nas competições ambos brilham, nos negócios não foi bem assim.
Assim como Lionel Messi, Hamilton encontrou dificuldades no mundo empresarial. O argentino já acumulou experiências negativas em diferentes empreendimentos, enquanto o piloto britânico enfrentou em 2025, problemas relacionados à Neat Burgers, rede de hamburguerias veganas que lançou em 2019 em parceria com o ator Leonardo DiCaprio.
A empresa tinha como proposta oferecer alimentos produzidos à base de vegetais e estava alinhada ao estilo de vida adotado por Hamilton desde 2017. O piloto é conhecido por defender pautas relacionadas ao meio ambiente e à redução do consumo de produtos de origem animal, tornando o empreendimento uma extensão de seus posicionamentos pessoais.
Today we announce the launch of Neat Burger, a plant-based restaurant chain with a commitment to ethical practices and being kinder to our world. I’m so excited to be part of this company, which aims to revolutionize the way we view meat-free food. @NeatBurger_ 🌱🍔 pic.twitter.com/Ngj27avBfe
— Lewis Hamilton (@LewisHamilton) August 29, 2019
Prejuízo comprovado no negócio feito por Hamilton
Apesar da proposta e da participação de duas celebridades internacionais, a Neat Burgers não conseguiu alcançar o desempenho financeiro esperado. De acordo com informações divulgadas pela imprensa britânica ainda em 2025, a rede acumulou prejuízo de aproximadamente £ 7,9 milhões até 2022.
Diante dos resultados negativos, a empresa passou a reduzir sua operação e fechou unidades consideradas menos lucrativas, inclusive no Reino Unido e em Nova York. O objetivo declarado era concentrar os esforços nos restaurantes com melhor desempenho. Mais recentemente, a rede mantinha apenas duas unidades em funcionamento no Reino Unido.
Diante do cenário, Hamilton decidiu encerrar as atividades dessas últimas filiais britânicas, em uma medida que provocou a demissão de aproximadamente 150 funcionários.
O fechamento representou mais um revés para o piloto no mundo dos negócios e mostra que, mesmo para uma das maiores estrelas do esporte mundial, o sucesso nas pistas e nos campos não garante o mesmo resultado nos investimentos empresariais.