A Fórmula 1 voltou a todo vapor nas pistas, após a disputa do GP da Holanda. O próximo desafio será em Monza, no Grande Prêmio da Itália. E antes mesmo das atividades, uma mudança importante envolvendo os pilotos, foi confirmada pela equipe Williams, visando uma atividade em solo italiano.
A Williams confirmou que Luke Browning será o responsável por pilotar o FW48 de Alex Albon durante a primeira sessão de treinos livres do Grande Prêmio da Itália, em Monza. A participação faz parte do programa da equipe para cumprir as exigências da Fórmula 1 relacionadas aos testes com pilotos novatos.
O TL1 em Monza será a sexta participação de Browning em uma sessão oficial de treinos livres pela Williams e a segunda oportunidade do piloto na temporada. As equipes da Fórmula 1 precisam utilizar novatos em quatro sessões de treinos livres ao longo do campeonato, sendo duas oportunidades destinadas a cada carro.
A primeira experiência de Browning com o FW48 sob o atual regulamento técnico aconteceu no GP da Áustria. Na ocasião, o britânico completou 29 voltas com o carro de Carlos Sainz e terminou a sessão na 18ª posição.
Ele também estava programado para participar do TL1 no GP da Espanha, no Circuito de Barcelona-Catalunha, mas um problema no carro impediu que deixasse os boxes.
Desta vez, Browning assumirá o carro de Albon no Autódromo Nacional de Monza. O piloto britânico, que terminou o campeonato de Fórmula 2 de 2025 na quarta colocação, atualmente disputa em tempo integral a Super Fórmula japonesa pela Kondo Racing, além de exercer a função de piloto reserva da Williams.
A sessão também será importante para o desenvolvimento técnico da equipe. Browning utilizará as voltas em Monza para coletar informações e dados que poderão ser aproveitados posteriormente em seu trabalho no simulador da Williams, na fábrica de Grove. O objetivo é ampliar seu conhecimento sobre o FW48 e fornecer feedback aos engenheiros.
“Estou muito feliz por ter outra oportunidade de pilotar em uma sessão de treinos livres 1 com a equipe Williams F1”, afirmou Browning. O piloto destacou que pretende aproveitar ao máximo as voltas no carro, contribuir com dados e informações úteis para a equipe e continuar evoluindo como piloto.
Após o TL1, Alex Albon retomará o comando do FW48 no restante do fim de semana. O tailandês participará dos treinos livres 2 e 3, da classificação e da corrida do Grande Prêmio da Itália, realizado no tradicional circuito de Monza, conhecido como o Templo da Velocidade.
Getting back in the FW48 🙌
— Atlassian Williams F1 Team (@WilliamsF1) August 26, 2026
Luke will be jumping in the driver's seat for FP1 in Monza next week. Read more by tapping here: https://t.co/lychLlf09W 🇮🇹✨ pic.twitter.com/BUXNT5qbGP
Salário de Max Verstappen na casa dos R$ 80 milhões?
A Red Bull Racing negou que Max Verstappen tenha acertado um salário de US$ 80 milhões por ano em seu novo contrato com a equipe na Fórmula 1. A informação havia sido mencionada pelo ex-piloto e campeão mundial Nico Rosberg durante o fim de semana do Grande Prêmio da Holanda, mas não foi confirmada oficialmente pelo time.
A Red Bull anunciou em Zandvoort a renovação do contrato de Verstappen por mais dois anos. Com o novo acordo, o piloto holandês permanecerá ligado à equipe até o fim da temporada de 2030. Os valores do vínculo não foram divulgados, embora especulações indiquem que o tetracampeão mundial tenha recebido um aumento salarial.
Durante entrevista à Sky Sports F1, Rosberg questionou Laurent Mekies, chefe da Red Bull, sobre o suposto salário de US$ 80 milhões anuais. O dirigente respondeu de forma direta que as informações apresentadas pelo ex-piloto não estavam corretas, mas evitou revelar quanto Verstappen receberá pelo novo contrato.
Mekies preferiu destacar a relação de confiança construída entre Verstappen e a estrutura da Red Bull. Segundo o dirigente, o piloto decidiu continuar no projeto por acreditar no trabalho das cerca de 2 mil pessoas envolvidas nas áreas de chassi e unidade de potência da equipe, em Milton Keynes.
A renovação também encerrou as especulações sobre uma possível saída de Verstappen para equipes como Mercedes ou McLaren. O holandês afirmou que seu objetivo é encerrar a carreira na Red Bull e ressaltou que pretende permanecer no time apesar de ainda ter muitos anos de Fórmula 1 pela frente.
Com contrato válido até 2030, Verstappen terá continuidade garantida na Red Bull durante uma fase importante da categoria. Embora o salário do piloto permaneça em sigilo, a equipe deixou claro que o valor de US$ 80 milhões por temporada não corresponde ao acordo firmado entre as partes.