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TESTE

Honda CB 500F 2020

A naked entrega emoções similares às oferecidas por modelos maiores
10/06/2020 11:18 - Automotrix, Cicero Lima, Minuto Motor


 

Como toda a naked que se preze, a nova Honda CB 500F traz poucas carenagens. Dentro do estilo minimalista característico das motos da categoria, basicamente vem apenas com o necessário e tudo está bem exposto: motor, quadro, suspensão, guidão e freios. O painel totalmente digital traz um monte de informações e ganhou até indicador de marchas. Basta apertar o botão de ignição para o motor de dois cilindros paralelos de 471 centímetros cúbicos acordar.  

O design despojado da nova CB 500F é atraente e moderno. As luzes em leds garantem boa visibilidade de dia e de noite. É possível escolher em três opções de cores: vermelho perolizado, laranja e prata, as duas últimas metálicas. Lançado em fevereiro, o modelo chegou às concessionárias com o preço de R$ 26.900. Agora, com a volta da produção após a paralisação causada pela pandemia do coronavírus, o valor subiu para R$ 27.976 (sem frete). A 500F têm três anos de garantia e o Honda Assistence, um serviço que ajuda em caso de emergência vinte e quatro horas por dia.

As rodas de 17 polegadas usam pneus largos com desenho esportivo. Caso o piloto precise frear em uma emergência, entra em ação o ABS, o sistema de freios que evita o travamento das rodas. A moto é capaz de chegar aos 170 km/h, enquanto o motor trabalha na faixa dos 8.500 giros – quando atinge sua força máxima. Embora a potência – 50,4 cavalos – seja importante, é o torque que garante “força” para a moto fazer ultrapassagens e encarar subidas sem a necessidade de reduzir as marchas. Na CB, o torque é de 4,55 kgfm a 6.500 giros. O tanque tem capacidade para 17,1 litros de combustível e a moto faz em média 25 km/l. Ou seja, a autonomia atinge cerca de 400 quilômetros.

 
 

Primeiras impressões

Campos do Jordão/SP - Curvas, curvas e mais curvas… Quem já rodou pelas estradas da Serra da Mantiqueira sabe o que esperar quando viaja por aquela região. As estradas serpenteiam as encostas e levam turistas e moradores para cidades badaladas como Campos do Jordão. Até chegar lá, é preciso subir bastante, pois o município está a quase 1.700 metros acima do nível do mar. O frio é outra marca registrada da localidade que tem pouco mais de 50 mil habitantes. Esse foi o cenário da apresentação da nova versão da Honda CB 500F. Para começar a diversão, basta apertar o botão de ignição – o motor bicilíndrico desperta e o escapamento passa a emitir um ronco grave e compassado. Esse som “abafado” é fruto das restrições ambientais para controlar a emissão de poluentes e a famigerada poluição sonora. Enquanto as fabricantes estudam muito como produzir um equipamento mais silencioso, muita gente usa escapamentos abertos, fazendo um barulho insuportável. 

Basta uma leve acelerada para sentir a força do motor. Apertando a embreagem, é fácil de se notar como o acionamento é leve. Isso é resultado do sistema de embreagem assistida que alivia o peso do manete esquerdo, facilitando o trabalho do piloto. Ao engatar a primeira (a CB 500F, tem câmbio de 6 marchas), o painel informará qual marcha está engatada. Pronto, basta soltar o manete da embreagem e começar a rodar. Logo se percebe que a CB 500F nem parece uma “quinhetinha”. Como é comum em modelos com motores maiores, a CB 500F retoma velocidade com vigor e é dócil para mudar de direção, graças ao bom casamento entre o quadro, a parte estrutural da moto que sustenta o motor, as rodas e a suspensão.

As rodas de 17 polegadas com pneus largos transmitem confiança. Se o piloto se empolgar e precisar frear em uma emergência, entra em ação o sistema de freio ABS. Junto às rodas dianteira e traseira aparece uma roda menor toda furadinha, conhecida como roda fônica. Um sensor lê a rotação da roda dianteira e compara com a da traseira. Caso perceba que há diferença de rotação entre as rodas, o sistema “alivia” a força das frenagens das pinças, evitando o bloqueio. Automaticamente, as luzes alerta informam ao piloto que a moto está parando. Tudo isso ocorre em milésimos de segundo graças ao processador, que é o “cérebro” do sistema.

Felpuda


Nos bastidores, conversas, ou melhor, quase sussurros, dão conta de que compromisso assumido teria prazo de validade se acontecer a vitória de aliado.

A partir de então, o papo passaria a ser bem, mas bem diferente mesmo, pois, com acordo cumprido, novos objetivos passariam a ser fonte dos desejos, e sem nenhuma moeda de troca.

No caso, não haveria mais sequer um fio de bigode. Tipo, cada um na sua.