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NOVIDADE

Nova linha esportiva da Audi

RS 6 Avant, 7 Sportback, Q3 SUV e Sportback e Q8 desembarcam no Brasil
29/06/2020 08:26 - Daniel Dias/AutoMotrix


A Audi confirma de uma só vez a chegada de cinco modelos da linha esportiva RS ao Brasil – os novos RS 6 Avant, RS 7 Sportback, RS Q3 nas configurações SUV e Sportback e RS Q8. Para oferecer uma experiência de direção antes da decisão de compra, a marca alemã trará para as suas concessionárias nacionais um exemplar de cada modelo para uma ação junto aos clientes brasileiros no início de julho. A Audi divulgará os preços das novas versões por ocasião da chegada dos modelos ao país, na promoção do próximo mês. “Os novos veículos são incríveis e representam o que há de melhor na gama de esportivos, com design marcante, dirigibilidade, esportividade e inovação característicos da marca. Cada vez mais a Audi quer oferecer essa exclusividade para os clientes e, portanto, uma ação tão especial como essa é uma oportunidade única para que os interessados conheçam e personalizem seu veículo conforme seus desejos”, comemora Johannes Roscheck, CEO e presidente da Audi do Brasil. A gama RS à venda atualmente no mercado brasileiro tem a RS 4 Avant, o RS 5 Coupé e o TT RS, além do superesportivo R8 que já havia sido confirmado para o Brasil e esteve em período de pré-venda a partir de maio deste ano, com as primeiras unidades destinadas ao país se esgotando em apenas uma semana.

Um dos mais impressionantes modelos da linha esportiva da Audi é uma “perua furiosa”, a RS 6 Avant. Ela é equipada com o torpedo 4.0 V8 biturbo de 600 cavalos de potência e estonteantes 81,57 kgfm de torque de 2.100 a 4.500 rotações por minuto, enviados às quatro rodas pela transmissão automática ZF de 8 marchas. Pelo sistema “Quattro”, direciona 60 % da potência para as rodas traseiras e 40% para as da frente, sob condições normais de direção. Segundo a Audi, a nova versão da station wagon esportiva acelera de zero a 100 km/h em “míseros” 3,6 segundos e pode chegar à máxima de 250 km/h, limitada eletronicamente. No entanto, a velocidade pode atingir os 305 km/h opcionalmente. É o mesmo “powertrain” e números similares do RS 7, “travestido” de Sportback.

 
 

Para colocar a assinatura “RS” nas duas versões do Q3 esportivo, a Audi promoveu mudanças no motor 2.5 turbo de cinco cilindros, totalizando 400 cavalos e 48,9 kgfm de torque, que trabalha em conjunto com o câmbio automatizado de dupla embreagem e 7 marchas e ao clássico sistema “Quattro”. Conforme a marca alemã, as duas configurações aceleram de zero a 100 km/h em 4,5 segundos e têm máxima de 250 km/h, também limitada eletronicamente. Opcionalmente, podem chegar a 280 km/h. A suspensão deixa os carros 10 milímetros mais baixos do que o Q3 “normal”, podendo ainda serem equipados com amortecedores adaptativos. Os freios são a disco com seis pistões, com opção de discos de cerâmica com pinças de alumínio. Os dois modelos RS se destacam em relação ao Q3 pela frente atualizada com entradas de ar maiores no para-choque e acabamento preto. Na traseira, as versões têm um spoiler preto no teto e saídas de escapamento redondas. As rodas podem ser de 20 polegadas, de série, ou de 21 polegadas, opcionalmente.

 
 

Já o novo RS Q8, o SUV mais potente da Audi – lançado no Salão de Los Angeles no final do ano passado – é equipado com o motor 4.0 V8 biturbo de 600 cavalos e 81,6 kgfm de torque e conta com uma ajuda elétrica, para levar o utilitário esportivo “envenenado” de zero a 100 km/h em 3,8 segundos com máxima limitada eletronicamente em 250 km/h. Mas tem mais: com o pacote Dynamic, o SUV com grife RS pode atingir os 305 km/h de velocidade final. O RS Q8 tem transmissão automática de 8 marchas e tração integral, com o diferencial esportivo “Quattro” como opcional, que distribui o torque entre as rodas traseiras.

 
 

Felpuda


O sumiço de algumas figurinhas carimbadas da política não acontece em virtude da necessidade de isolamento como uma das formas de prevenção à pandemia. Em verdade, seria porque não têm mesmo o que e a quem falar. Com o advento das redes sociais, quem acha que fazer campanha eleitoral continua como na época do “eu prometo” está a um passo de ver o sonho de conquistar mandato se transformar em pesadelo. Pelo jeito, não estão nem conseguindo dormir.