Cidades

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Brasil tem quase 500 espécies de árvores ameaçadas

Brasil tem quase 500 espécies de árvores ameaçadas

r7

26/09/2011 - 02h00
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Com a chegada da Primavera, nesta sexta-feira (23), o Ibama (Instituto Nacional de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) divulgou que o Brasil tem oficialmente 472 espécies de árvores ameaçadas de extinção. Ao menos 276 delas são originárias da Mata Atlântica.

O número de espécies na “lista vermelha” da fauna nacional tem quatro vezes mais exemplares que o levantamento anterior, feito em 1992, que registrava 108 espécies em risco de extinção.A relação feita pelo Ibama no entanto, é muito menor que a lista real de tipos de árvores em vias de se extinguirem ou extintas.

Dados do Ibama apontam que outras 1.079 espécies nacionais ainda podem estar ameaçadas de extinção, mas não foram incluídas, por enquanto na lista, devido à falta de estudos científicos comprobatórios. O Sudeste brasileiro, onde fica a maior parte dos 8,5% que sobraram da Mata Atlântica, é a região com o maior número de espécies ameaçadas (348), seguido por Nordeste (168) e Sul (84). Curiosamente, a Amazônia é o bioma com menor número de espécies na lista (24).

Entre as espécies mais ameaçadas da relação está o Faveiro-de-Wilson (Dimorphanda wilsonii Rizinni) e o jacarandá-da-bahia (Dalbergia nigra).

Na última quarta-feira (21), representantes do Projeto Manuelzão, em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, fizeram uma manifestação simbólica em prol da recuperação e preservação das nascentes do córrego Cascatinha.

Na segunda-feira (19), os proprietários do lote foram notificados pela Secretaria por desmatar sem autorização, jogar esgoto sem tratamento e lixo no córrego e soterrar três pequenas nascentes para construir barracões, também sem autorização da Prefeitura. O desmatamento ilegal também é um problema: o terreno, que possui 3,3 mil metros quadrados, teve cerca de 80% da área desmatada ou queimada. Originalmente coberto por árvores, só sobraram sete exemplares na área.

Oportunidade

Correios promove leilão de imóveis em Campo Grande

As licitações estão agendadas para acontecer nos dias 14 e 22 de abril e serão realizadas em formato eletrônico.

03/04/2025 17h46

Correios promove leilão de imóveis em Campo Grande

Correios promove leilão de imóveis em Campo Grande Foto: Emerson Nogueira/Futura Press/Estadão Conteúdo

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Durante o mês de abril, os Correios irão promover dois leilões de imóveis localizados em Campo Grande. As licitações estão agendadas para acontecer nos dias 14 e 22 de abril e serão realizadas em formato eletrônico. 

O leilão do dia 14/04 é referente a uma sala comercial com 35,64 m² no Condomínio Terminal do Oeste, Antiga Rodoviária (licitação nº 1066180). No dia 22/04, o leilão será de um prédio com 353,24 m² na Rua João Rosa Pires, nº 211, Bairro Amambaí (licitação nº 1065541). Os dois imóveis estão localizados em uma região central, ocupada predominantemente por locações comerciais. 

Segundo a assessoria de imprensa dos Correios, as alienações fazem parte das ações de reestruturação da carteira imobiliária dos Correios realizada pela atual gestão da empresa. A assessoria ressalta que imóveis históricos e de valor simbólico para a empresa não serão alienados. Nestes casos, os Correios irão avaliar a concessão a órgãos públicos, permitindo a recuperação e reforma dos imóveis por parceiros que os utilizarão para serviços de interesse público. 

Como participar

As licitações serão realizadas em formato eletrônico. Para participar, os interessados devem obter uma chave de acesso em uma agência do Banco do Brasil. Após o cadastro, tanto pessoas físicas como pessoas jurídicas poderão dar suas propostas por meio da plataforma Licitações-e, para competir na disputa on-line. 

Para visualizar imagens como fotos e vídeos dos imóveis além de informações detalhadas de cada propriedade, e possível acessar o site www.imovelcorreios.com.br. Nele também é possivel conferir as datas e editais das licitações. 

Meio Ambiente

Secretaria antecipa lançamento de edital que visa prevenção e combate a incêndios florestais

A decisão foi anunciada pelo secretário adjunto da Semadesc, Artur Falcette, na abertura do Seminário Internacional de Manejo Integrado do Fogo no Pantanal

03/04/2025 17h13

Incêndio no Pantanal sul-mato-grossense

Incêndio no Pantanal sul-mato-grossense Foto: Divulgação / IHP

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Visando reforçar a prevenção e combate aos incêndios florestais em Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) anunciou a antecipação para abril do lançamento do edital de um dos subprogramas do PSA Bioma Pantanal: o PSA “Prevenção e Combate a Incêndios Florestais”. 

A decisão foi anunciada pelo secretário adjunto da Semadesc, Artur Falcette, na abertura do Seminário Internacional de Manejo Integrado do Fogo no Pantanal, realizado na última quarta-feira (2). Segundo ele, o Governo do Estado pretende intensificar as medidas de prevenção aos incêndios florestais na região pantaneira. 

“Apresentamos algumas das ações do governo do Estado voltadas para os eixos de prevenção, combate e responsabilização no contexto dos incêndios florestais. Também discutimos medidas específicas relacionadas ao MIF (Manejo Integrado do Fogo), que são projetos desenvolvidos para áreas do Pantanal e de outras regiões do estado, com foco especial, neste momento, no Pantanal”, apresentou o secretário adjunto.

O edital será lançado até o fim de abril e tem como objetivo a destinação de recursos a projetos de prevenção e combate a incêndios para comunidades indígenas, organizações da sociedade civil e produtores para que se formalizem junto ao Corpo de Bombeiros como brigadistas. 

“Essas iniciativas vão receber apoio financeiro para estruturação, aquisição de equipamentos e capacitação de brigadas”, informou Artur Falcette. 

Conforme levantamento realizado pelo Imasul, cerca de 150 propriedades rurais no Pantanal foram classificadas como críticas para a incidência de incêndios florestais e que poderiam realizar o MIF. 

“A expectativa é que seja lançado um novo procedimento para essas áreas mapeadas pelo Imasul, permitindo que seus proprietários iniciem os projetos de forma mais ágil e desburocratizada. Essa iniciativa fortalece as ações de prevenção, preparando essas propriedades para a próxima temporada de seca”, comentou o secretário adjunto. 

Ainda de acordo com Artur Falcette, o uso MIF tem como objetivo planejar o uso do fogo de forma controlada, permitindo eliminar o material combustível acumulado, como capim, pastagens e plantas invasoras que, na estação seca, pode causar incendios ou favorecer a propagação de queimadas vindas de fora das áreas das propriedades. 

“O MIF busca planejar estrategicamente esse manejo, garantindo segurança e controle para reduzir a biomassa acumulada e, consequentemente, diminuir a incidência de incêndios nessas áreas”, acrescentou. 
 

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