A cotação do petróleo caminha a passos largos para os US$ 110 por barril e, segundo analistas, está cada vez mais difícil justificar os preços da gasolina e do diesel no Brasil, sem reajuste desde setembro de 2005. Em relatório divulgado esta semana, a corretora Ativa calcula que a Petrobras corre o risco de operar com margens negativas na área de abastecimento caso não repasse a disparada do petróleo. Especialistas calculam que a defasagem esteja entre 15% e 20%. A analista Mônica Araújo diz que, mantendo o padrão usado nos últimos reajustes, a Petrobras deveria promover um aumento de 8% nos preços da gasolina e do diesel. (da agência Estado)
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Petrobras pode ser forçada a reajustar combustíveis
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