Além disso, nem todos as pessoas infectadas apresentam os sintomas da doença. De acordo com o infectologista, este pode ser o caso de dois em cada três pacientes. "O que nós vivemos hoje no Rio de Janeiro é uma catástrofe. Um médico de emergência que precisa atender 40 ou 50 pacientes em uma manhã não consegue parar para notificar todos os casos. Ou ele atende, ou ele notifica", afirmou Migowski.
Com informações da Agência Brasil