LIDIANE KOBER
Prefeitos de Mato Grosso do Sul vão decidir na próxima segunda-feira se apóiam a emenda substitutiva ao polêmico projeto do deputado Júnior Mochi (PMDB), que altera o rateio do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A estratégia do parlamentar é obter o aval da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul) para acabar com a resistência de alguns deputados e assegurar a aprovação da matéria, que precisa ser obrigatoriamente votada até maio para começar a vigorar no ano que vem.
Alguns parlamentares justificam posição contrária ao projeto por temer prejuízos a redutos eleitorais, já que 17 cidades devem perder recursos por conta das novas regras de distribuição do imposto. "Com o aval da Assomasul, que representa os 78 municípios do Estado, o problema acaba", frisou Júnior Mochi.