Policiais militares conheceram detalhes do projeto de lei, que será encaminhado à Assembléia pelo governador André Puccinelli (PMDB). A Associação dos Cabos e Soldados da PM e Corpo de Bombeiros já admite mobilização e aquartelamento da categoria contra alguns pontos do projeto, que estariam causando insatisfação. Segundo o presidente da entidade, José Florêncio de Melo Irmão, além do reajuste de 3% e o abono de R$ 100, a proposta prevê a transformação de vencimentos em subsídios, fim da licença prêmio e calcular o quinquênio sobre o soldo (valor mais baixo) e não sobre o subsídio. Outro temor é que a proposta inclua a taxação dos inativos em 11% para valor acima de R$ 2,8 mil (teto) e até o aumento de tempo de serviço para se exigir a aposentadoria, de 30 para 35 anos. A PM tem aproximadamente 4,2 mil praças, como soldados, cabos, sargentos e subtenentes no Estado.