A indústria de construção naval no Brasil vive atualmente o seu momento mais próspero desde a década de 1970, quando o país chegou a ser um dos principais construtores navais do mundo. Nas décadas seguintes, o setor passou por uma acentuada decadência, que culminou com 20 anos sem nenhuma encomenda de navios de grande porte feita ao estaleiros nacionais ? o último havia sido o petroleiro ?Livramento?, contratado em 1986.
A diferença entre o cenário atual e a época de crise pode ser vista nos números: hoje, o setor emprega diretamente cerca de 40 mil pessoas. Em meados da década de 1990, eram apenas 500. Informações do G1.