Em uma assembléia que durou cerca de 40 minutos, os professores da rede estadual de ensino de São Paulo decidiram suspender a greve. Antes do fim da reunião de conciliação, professores se deslocavam para o Centro para a realização da assembléia. No caminho entre a Avenida Paulista e o Centro, por volta das 15h30, professores e policiais militares tiveram um desentendimento. O tenente-coronel Paulo Telhada foi vaiado pelos professores e chamado de racista.
A votação sobre a suspensão da greve deverá ser feita mediante o compromisso do governo do estado de pagar ao professores os dias parados durante a greve, estipular um calendário de reposição das aulas e abrir negociação sobre os demais pontos da pauta de reivindicação da categoria.
Com informações do G1