O chefe do Estado-Maior do Comando Militar da Amazônia (CMA), general João Carlos de Jesus Corrêa, defendeu a presença de índios entre o efetivo das tropas que protegem a região da selva amazônica. Segundo ele, a incorporação de indígenas à tropa garantiria a vantagem do apoio da população local. Ele afirmou ainda que os recrutas índios somados a outros militares formariam uma combinação de "letalidade única", que une familiaridade com o terreno e alta perícia de combate.
Apesar do alto nível de preparo do efetivo, o general ressalta a necessidade de investimentos em equipamentos para as Forças Armadas. Segundo ele, mobilidade aérea do Exército na região, que abrange seis Estados e 3,6 milhões de km² (ou 42% do território do País) e é considerada prioritária na estratégia nacional de defesa, está restrita a 12 helicópteros.
A frota de helicópteros do CMA se divide em quatro Black Hawks, quatro Cougars e quatro Panteras, que periodicamente precisam ser retirados de atividade para manutenção. Corrêa acredita que o mínimo necessário para dar melhores condições de operação na selva seria o dobro deste número.
Com informações do site Terra