Os garçons de São Paulo já sentem dois efeitos da "lei seca", em vigência desde 20 de junho. Com a queda de movimento nos bares e restaurantes, os garçons viram, em cerca de um mês, minguar o valor da gorjeta com a qual costumam complementar o salário. E ainda convivem com a ameaça do desemprego.
A queda do faturamento dos bares e choperias, principalmente aqueles que têm como carro-chefe a venda de bebidas alcoólicas, como chope e cerveja, refletiu-se diretamente no orçamento doméstico dos garçons. Em muitos casos, a gorjeta chega a representar até 70% do valor total pago aos funcionários pelo estabelecimento comercial.
Com informações do site G1