A alta da inflação reacendeu uma antiga preocupação das centrais sindicais com a corrosão da rentabilidade das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A discussão permeia o Conselho Curador do FGTS, responsável pelas decisões de aplicação do fundo, e a Caixa Econômica Federal (CEF), gestora dos recursos. O Fundo acumula rendimento de 2,6% no ano, ante inflação de 4,19% pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Com informações do Estadão