Redação
A interrupção precoce do aleitamento materno ou o uso de fórmulas à base de leite como complemento da amamentação pode desencadear no bebê uma alergia à proteína do leite de vaca (APLV), responsável por 90% dos casos de alergia alimentar Os principais sintomas da doença de difícil diagnóstico e sem exames específicos para detectá-la são vômitos, cólicas, prisão de ventre e diarréia. Como o intestino e o sistema imunológico do bebê ainda são imaturos, o organismo reconhece a proteína do leite de vaca como um corpo estranho e produz anticorpos. A predisposição genética também é um fator dessa alergia.O mal afeta 5% das crianças brasileiras, principalmente nos primeiros dois anos de vida. As eficazes fórmulas especiais de leite são caras e inacessíveis por grande parte da população.
A reação alérgica provoca problemas gastrintestinais (diarréia, prisão de ventre, náuseas e vômitos), respiratórios (asma e rinite) e dermatológico (manchas vermelhas na pele, lesões nas dobras e coceiras).
Com informações do Terra