Todos os anos, quase metade das cinco mil pessoas que ingressam no Programa Estadual de Aids de São Paulo, procura tratamento já em fase avançada da doença, o que coloca em risco o sucesso da terapia anti-retroviral. Além de constatar o índice de 43% de diagnóstico tardio, os pesquisadores do programa identificaram outro problema: a prevalência de homens no grupo que demora a descobrir ser portador do vírus HIV é ainda maior e alcança a marca dos 49,3% dos pacientes, contra 35,7% das mulheres. A vantagem do sexo feminino no ingresso precoce do tratamento ocorre porque desde 2005 o teste da doença é item obrigatório do pré-natal.
Com informações da Folha Online.