Para Antonio de Pádua Rodrigues, diretor técnico da Unica, o fato de ter 10,6 milhões de toneladas de cana-de-açúcar a menos refletirá em uma menor oferta, e com certeza deverá influenciar no preço do álcool. "Mas não haverá grandes alterações", afirma, já que a quantidade a menos representa apenas 2,1% do total. "Só teremos um cenário em meados de novembro ou dezembro", quando será possível mensurar a elevação, que também dependerá da demanda pelo combustível.
Com informações do Diário Online