A extensão da licença-maternidade de quatro para seis meses - sancionada esta semana pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e prevista para entrar em vigor em 2010 - já enfrenta a desconfiança de que pode ficar apenas no papel. Os motivos são os vetos ao projeto original que impedem que empregadas de micro e pequenas empresas inscritas no Simples também se beneficiem do novo período de licença-maternidade e obrigam as empresas a pagar a contribuição previdenciária mesmo durante o afastamento da funcionária.
Com informações da Agência Estado