Foram mais de 70 anos de carreira, devidamente documentados em discos, fitas, partituras, manuscritos, jornais, revistas, pôsteres e fotografias. Do fim da década de 20 até pouco antes de morrer, em junho deste ano, aos 95 anos, Jamelão guardou tudo o que podia sobre sua trajetória na música brasileira - das noites nos dancings cariocas ao reconhecimento como a voz da Mangueira. Sua ?memorabília? está agora sob a guarda de Jamelão Neto, que segue a carreira do avô e pretende recuperar este acervo.
Com informações do Estadão