Embalado pelo êxito da urna biométrica, que identifica o eleitor por meio de sua impressão digital, utilizada experimentalmente nas eleições de domingo (5) em três municípios - Fátima do Sul (MS), São João Batista (SC) e Colorado do Oeste (RO) -, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Carlos Ayres Britto, já prevê que, nas eleições de 2014, o equipamento será usado em todo o País.
O presidente explicou que a urna biométrica, ao identificar a impressão digital, impede que uma pessoa vote por outra ou vote duas vezes. Ele reconhece que esse equipamento é mais caro - aproximadamente US$ 700, em contraste com os cerca de US$ 500 da urna em uso -, mas defende a tese de que não se pode discutir o preço quando é a segurança que está em foco.
Com informações da Agência Senado