O veterano da resistência francesa Marcel Suillerot mal pôde crer em seus olhos ao achar sua pulseira, perdida 64 anos atrás, quando visitava o Memorial de Sachsenhausen, antigo campo de concentração ao norte de Berlim. O francês foi prisioneiro do lugar entre 1943 e 1945. O objeto estava exposto numa vitrine do museu, ao lado de uma escova de cabelos e um boné. Na placa de latão presa à correia de couro, o então jovem de 20 anos gravou seu nome, data de nascimento e número como prisioneiro. "A pulseira foi para mim um ato pessoal de resistência", lembra Suillerot, hoje com 85 anos. "Os nazistas tentaram me transformar em um número, e eu quis resistir a isso", diz.
Com informações do site G1