Da redação
O modelo de controle de entrada e saída de presos em unidades como a Colônia Agrícola Marco Aurélio Vergas Tavares de Mattos, que abriga, pelo menos, 110 detentos em Magé, foi colocado em xeque pela CPI do Sistema Carcerário. Para o relator da comissão, Domingos Dutra, a falta de informatização no sistema penitenciário permite que o preso não cumpra as regras determinadas pela Lei de Execução Penal: embora tenha liberdade para deixar a unidade para trabalhar e estudar, além de ter direito a visitas periódicas ao lar, o preso é obrigado a retornar à unidade às 18h.
Para Dutra, na falta de informatização, que substituiria as fichas dos presos, detalhando com precisão horários, atividades, endereços, o que impera é a corrupção e a fraude. O investimento em tecnologia permitiria ainda controle sobre os funcionários que fiscalizam a movimentação dos presos.
Com informações do Terra