Ele observou que à medida que vai chegando o final do ano, os efeitos de revisão com o modelo de ajuste tendem a ser maiores, por isso a mudança foi significativa. Houve revisões também nos dados de setembro ante agosto (de crescimento de 1,5% para 1,8%) e de agosto ante julho (de queda de 1,5% para recuo de 1,3%) e, ainda, de julho ante junho (1,4% para 0,8%).
Com informações do Estadão