Lívia Ferreira e Maria Matheus
Militante histórico e um dos fundadores do PT, o ex-presidente regional do partido, Mariano Cabreira, corre o risco de ser julgado e expulso à revelia por não ter apresentado defesa no processo em que é acusado de insubordinação partidária.
Mariano responde a processo na Comissão de Ética do PT por ter trabalhado, mas eleições de 2008, na campanha de reeleição do vereador de Campo Grande, Clemêncio Ribeiro (PMDB). Apesar de ter feito apenas 40 dias de campanha, Mariano era lotado até o fim do ano passado como assessor no gabinete de Ribeiro com salário de R$ 1,4 mil, de acordo o próprio vereador.