Agravada por novos recordes no desemprego, por intensa onda protecionista e com gigantes financeiros ainda à beira da falência, a maior crise mundial em 80 anos já tem um preço mínimo: US$ 1,9 trilhão.
Esse é o valor que os 21 maiores países do mundo vão despejar a fundo perdido em investimentos públicos para estimular suas economias. A cifra é um recorde absoluto em termos de incitamento fiscal conjunto e equivale à totalidade do que o Brasil produz em riquezas durante um ano e meio.
Os gastos públicos em infraestrutura, seguro-desemprego e subsídios, entre outros, elevarão os déficits das principais economias aos níveis da Segunda Guerra (1939-1945). Eles não contabilizam outros aportes nos bancos e empresas -que também não entram na conta do déficit, pois são feitos mediante garantias "reais" em ações ou títulos.
Com informações da Folha de S.Paulo