O corpo de Eluana Englaro, a mulher de 38 anos que passou os últimos 17 em estado vegetativo e faleceu na última segunda-feira, após a alimentação ter sido interrompida, foi sepultado hoje no túmulo da família Englaro, em Paluzza, província de Udine, norte da Itália, segundo informações da Agência Ansa.
A interrupção da alimentação provocou uma grande polêmica na Itália, onde a eutanásia é proibida, mas os pacientes têm o direito de recusar alimentos. A alimentação artificial foi interrompida na última sexta-feira na clínica La Quiete, para onde Eluana foi levada.
Com informações do Estadão