O advogado da brasileira Paula Oliveira, que disse ter sido agredida por neonazistas na Suíça, afirmou hoje que a confissão feita por Paula à polícia, no dia 13 de fevereiro, quando admitiu ter feito os ferimentos em seu corpo, não pode ser usada como prova no inquérito aberto contra ela. Segundo o advogado, Paula ainda mantém a primeira versão que apresentou à polícia, ou seja, de que foi atacada por três neonazistas responsáveis pelos cortes em seu corpo e pelo aborto dos gêmeos dos quais estaria grávida. Paula deve ser interrogada pelo Ministério Público ainda nesta semana.
Com informações da Agência Brasil