O MPE (Ministério Público Estadual) afastou o Procurador de Justiça Carlos Alberto Zeolla, que confessou ter matado na semana passada o sobrinho, Cláudio Alexander Joaquim Zeolla. Com isso, ele fica afastado de suas funções, mas continua recebendo normalmente o salário, de R$ 24 mil.
A defesa do procurador aposta na alegação de insanidade mental. Um laudo psiquiátrico é esperado e poderá respaldar também processo de aposentadoria por invalidez.
O crime ocorreu na terça-feira (3), quando Cláudio seguia para a academia. O procurador atirou na nuca do rapaz, quando ele estava na Rua Bahia, próximo ao cruzamento com a Pernambuco. Zeolla foi preso no mesmo dia.
O que teria motivado o crime é uma desavença familiar, segundo investigação. Na véspera do assassinato, o jovem teria empurrado o avô, pai do procurador, e ele teria sido hospitalizado por isso.