Índios caingangues da Reserva Barão de Antonina, em São Jerônimo da Serra, a cerca de 350 quilômetros de Curitiba, mantinham três pessoas como reféns até a tarde de ontem para pressionar a Companhia Paranaense de Energia (Copel). Eles pedem indenização de R$ 3,5 milhões para a estatal em razão de uma linha de transmissão de energia que passa pela reserva. Segundo os caingangues, a Copel teria oferecido R$ 1,1 milhão, valor que não agradou. Na manhã de quinta-feira, dois funcionários de uma empreiteira que presta serviços para a Copel foram retidos. Na tarde de ontem, o antropólogo Alexandre Húngaro da Silva, que foi negociar a libertação dos dois, foi impedido de deixar a reserva.
Com informações do Estadão