A médica Neide Mota Machado e mais cinco pessoas podem ir à júri popular pela acusação de 25 abortos realizados na Clínica de Planejamento Familiar. Cerca de 10 mil mulheres teriam feito abortos na clínica nos últimos 20 anos. A 2ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul negou o recurso e manteve o júri da médica e de Rosângela de Almeida, Maria Nelma de Souza, Libertina de Jesus Centurion, Simone Aparecida Cantagessi de Souza e Lucas Motas Lorenz. O advogado de Simone de Souza afirmou que vai recorrer ao Superior Tribunal de Justiça contra a decisão.