Alguns dos envolvidos, segundo a Polícia Federal (PF), desempenhavam a função de "doleiros" e possuem contas bancárias em paraísos fiscais onde grandes quantias eram depositadas em moeda estrangeira, em favor dos investigados ou de terceiros. Entre os clientes estariam jogadores de futebol que atuam no exterior e repatriam dólares e euros de maneira a driblar a tributação.
Com informações do Estadão