As fontes acrescentaram que os reféns se dirigiam a seu local de trabalho, o Hospital Al Salam financiado pela Arábia Saudita e situado na cidade de Sa'adah.
Ainda não se sabe o número de sequestradores, segundo as fontes, que explicaram que os sequestradores exigiram às autoridades iemenitas a libertação de um dos membros de sua tribo em troca da libertação dos cidadãos.
Com informações do Estadão