A Polícia Civil de São Paulo informou nesta quarta-feira (8) que um ex-policial militar é suspeito de pagar R$ 10 mil para que outras três pessoas matassem a psicóloga Renata Novaes Pinto, assassinada em novembro de 2008. Os quatro suspeitos foram presos. Segundo a polícia, três deles ? os dois que estavam na moto que abordou a vítima e um homem que seria o responsável por comprar a arma e a munição ? confessaram a participação no crime. O ex-PM, que atualmente trabalhava como detetive particular, nega seu envolvimento. Apesar das prisões, a polícia acredita que uma quinta pessoa, ligada ao consultório particular da psicóloga, foi a principal mandante do crime. Renata tinha 44 anos quando foi assassinada, em 7 de novembro de 2008. Ela tinha acabado de deixar os quatro filhos na escola, e voltou à sua casa, na Vila Madalena, Zona Oeste de São Paulo, para pegar o carro do marido ? era o diz do rodízio de veículos de seu carro. Normalmente, ela ia direto para o trabalho.
Com informações do site G1