O risco de infecção por HIV durante transfusão de sangue no Brasil é 10 vezes maior do que em países desenvolvidos. Isso significa que, por ano, entre 50 e 100 pessoas podem ser contaminadas ao receber sangue doado. Essa estimativa é do estudo da Fundação Pró-Sangue de São Paulo e o coordenador nacional da Política de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Guilherme Genovez, atribui o problema à falta de um exame mais potente para diagnosticar a presença do vírus e ao fato de o brasileiro ainda só saber se é portador ou não do HIV ao fazer uma doação.
Os pesquisadores consideram que 1 em cada 60 mil bolsas de sangue coletadas esteja contaminada por HIV e não seja identificada no teste de controle realizado nos bancos de sangue.
Com informações da Agência Estado