Última das potências nucleares do Ocidente a realizar testes em larga escala, em 1995, a França quer passar à vanguarda pacifista. Pela primeira vez desde que lançou seu programa de armas atômicas, em 1958, o governo abriu à mídia as instalações de enriquecimento de urânio e plutônio, combustíveis essenciais para a fabricação da bomba atômica. Em fase avançada de desmantelamento, as usinas de Pierrelatte e Marcoule servem como esqueleto de um projeto ambicioso: proibir em todo o planeta a produção de materiais físseis (que geram fissão nuclear e podem ser usados em reatores nucleares - para a produção de energia - ou em armas nucleares).
Com informações do Estadão