Da redação
O maior desafio do Tribunal de Contas da União (TCU) nas futuras fiscalizações é evitar o atraso nos cronogramas das obras com indícios de irregularidades. Hoje os processos se arrastam por meses (em alguns casos, anos) até que se consiga chegar a um consenso. É o caso, por exemplo, de algumas obras nos aeroportos, incluídos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
O novo Aeroporto de Vitória, no Espírito Santo, por exemplo, está com obras paradas desde julho de 2008. Nas fiscalizações, o TCU encontrou indícios de superfaturamento e sobrepreço em alguns serviços, que teriam elevado em quase R$ 90 milhões o total da obra (de R$ 300 milhões). (informações do Estadão)