A informação é do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), que acusa a Brigada Militar pelo tiro que matou seu militante. Uma área da propriedade rural de 5 mil hectares estava sob ocupação desde o dia 12. Ao amanhecer, cerca de 300 policiais militares cercaram os sem-terra para cumprir mandado judicial de reintegração de posse e fazê-los sair do local. O disparo foi feito durante a operação.
Com informações do Estadão