Da redação
Durante anos, duas cidades africanas disputaram entre si a primazia da violência. Ou seja, a cidade sudanesa de Darfur e a capital da Somália, Mogadiscio.
Em 2008, o cenário mudou e ficou com o título de cidade mais violenta do mundo a mexicana Ciudad Juarez.
Darfur e Mogadíscio continuam violentíssima. Só que a falta de dados confiáveis fizeram com que as duas fossem suplantadas por Juarez. Não fosse isso, continuariam a pontificar.
Na Somália, desde a independência ocorrida em julho de 1960, o fenômeno da violência nunca parou de crescer. Muitas imagens transmitidas pelas agências internacionais mostraram ruas de Mogadíscio com cadáveres insepultos e crivados de projéteis disparados por armas de fogo.
Em 1991, a caça ao general Siad Barre, que estava no poder desde 1969, agravou a guerra civil a ponto de nem a força de paz da ONU, presente no país de 1992 a 1995, ter conseguido controlar a situação.
A cidade de Mogadiscio, em 1996, caiu nas mãos das chamadas Cortes Islâmicas, sustentada por paramilitares fundamentalista: islâmicos sunitas representam 99,9% da população, estimada em mais de 8.860.000 habitantes (35,2% dos somalis vivem nas cidades).
Com informaçõs do Terra