A manifestação da semana passada em Sidrolândia, onde cinco servidores da Funasa foram feitos reféns por índios por ao menos 15 horas, pode comprometer o atendimento médico nas aldeias habitadas por ao menos nove mil índios. Isto porque os servidores do órgão que cuidam da saúde indígena na região temem outros protestos e estariam com medo de seguirem até as aldeias.
Por conta disto, o coordenador da Funasa em Mato Grosso do Sul, Flávio Brito disse ter convocado uma reunião de urgência com os caciques das nove aldeias da região. Ele mandou um ofício narrando o caso ao Ministério Público Federal, Polícia Federal e Funai.
Brito informou que pelo menos 50 servidores da Funasa trabalham diariamente na área do conflito.